Haroldo de Campos (1929 – 2003),

Paulistano, o mais barroco dos concretos, lançou seu primeiro livro, Auto do possesso, em 1950. Sua poesia está reunida nos volumes Xadrez de estrelas (1956), Signantia: quase coelum (1979), A educação dos cinco sentidos (1985), Os melhores poemas de Haroldo de Campos (1992) e Crisantempo (1998). Além de incontáveis ensaios críticos, publicou, em 1984, um longo poema em prosa, Galáxias, escrito entre 1963 e 1973. Em 2000, três anos antes de falecer, lançou A máquina do mundo repensada – um longo poema escrito em terza rima. Traduzindo, Haroldo de Campos tornou acessível ao leitor brasileiro inúmeros autores instigantes da literatura universal, como Mallarmé, Erza Pound, Dante, Goethe, Homero, Maiakovski, James Joyce, entre tantos outros. Pesquisador incansável da literatura brasileira, é autor de ensaios sobre Gregório de Matos e Oswald de Andrade, além de uma edição crítica do poeta romântico maranhense Joaquim de Sousândrade, feita em parceria com seu irmão Augusto de Campos.

Casa das Rosas
Espaço Haroldo de Campos
de Poesia e Literatura


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